terça-feira, 3 de junho de 2014

A tão perseguidora infelicidade



Andando pelos corredores da faculdade, uma amiga me disse: “Estou me sentindo tão infeliz! Taiza, o que você faz pra não sentir infelicidade? Você está sempre feliz, de bem com a vida...”
A tão perseguidora infelicidade está inversamente proporcional à tão sonhada felicidade. Sinceramente? Enquanto humanos oscilamos entre felicidade e infelicidade. Nenhuma dessas duas instâncias são constantes em nossas vidas e é preciso entender e aceitar isso.
Estamos sempre em busca da tão sonhada felicidade, como se ela fosse constante, como se fosse um destino, como se caminhássemos por uma estrada na certeza que o final dela é o “ser feliz”. Porém, vira e mexe nos deparamos com a árdua e perseguidora infelicidade.
Isso acontece porque a vida é dual. Sempre vamos ter os dois lados. E que bom que é assim!!! Já pensou se tivéssemos apenas um dos lados? A vida, com certeza, seria muito sem graça e monótona. Ai, credo! Gosto não. Rsrs...
E o tanto que crescemos nesses momentos de infelicidade? É nessas horas que paramos para avaliar muitas coisas em nossas vidas que precisam de uma revisão e, posteriormente, uma mudança. A insatisfação tem seus ganhos sim.
Quando nos damos conta de que as coisas são assim, fica até mais fácil acordar e sentir infelicidade. Porque, mesmo com ela nos atormentando, a gente tem a escolha do que fazer com isso. Aceitar e escolher nos motivar com outras coisas mesmo assim ou lamentar e deixar que a vida nos leve como ela quiser.
Minha resposta para a minha amiga foi essa... Dizer que todos os dias, antes de me levantar da minha cama, converso com Deus, agradeço por tudo, peço pra que Ele me acompanhe no decorrer do dia e que me dê a sabedoria e paciência necessárias para lidar com situações que eu não posso mudar. E assim... serei feliz... bem feliz!

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