quarta-feira, 30 de abril de 2014

Necessidade de escrever

Depois de tanto tempo, retorno ao meu blog. Tadinho! Tão abandonado...
Pior é que nem sei se vou poder permanecer escrevendo. A vida anda tão corrida e eu tenho aprendido a ser cada vez mais dinâmica, pra acompanhar o calor das horas. Todo tempo livre que tenho, o qual muitas vezes usava pra escrever, hoje priorizo estar com as pessoas que gosto.
É que as coisas andam muito virtuais... Facebook, Twitter, Whats App, blog, entre outros, mas eu tenho necessidade do beijo, do abraço, da presença, do toque.
Aí agora me encontro solitária num café, esperando alguém chegar e pensei: “é agora!”. Portanto, eis-me!
Mas são tantos assuntos, tantas histórias, tantos devaneios que não sei nem por onde começar. Minha vida deu uma virada de 180º da última vez que escrevi pra cá. Vontade de contar tudo, compartilhar as coisas, trocar as experiências, mas... tenho me policiado. Tenho sido muito criticada por me “expor” tanto. O que chamam de exposição, chamo de verdade à flor da pele.
O fato é que escrever me faz um bem enorme. É como jorrar os sentimentos e pensamentos, deixando a alma mais leve, mais purificada.
Ultimamente, essa tem sido a palavra de ordem na minha vida: leveza. A vida é dura sim, difícil... impossível negar. Mas, ao mesmo tempo, deliciosa. Cheia de surpresas, novidades, momentos, pessoas que vão chegando, indo embora, voltando... sempre na hora certa, no lugar certo. É muito sábia essa Dona Vida.
Não que eu esteja em momentos que caminhe saltitante em nuvens cor de rosa. Ao contrário, tem um universo inteiro desabando na minha cabeça. Mas, graças a Deus, sofro da Síndrome de Poliana, estou sempre vendo o lado bom e colorido em tudo. É isso que me dar força pra continuar com alguma alegria, na certeza que as coisas só são como tem que ser. De nada adianta lamentar, chorar, descabelar. O que adianta mesmo é arregaçar as mangas e ir à luta, se propor a fazer o que é preciso naquele momento.
E foi exatamente assim agora. Milhões de coisas pra resolver num dia de apenas 24 horas e eu aqui... num café escrevendo, sentindo-me imensamente feliz com isso. Sem desesperos, pois tudo está a tempo e a hora.
Portanto, não posso delongar-me. Então já vou me despedindo por aqui. Texto pequeno, nada a ver, mas escrito com carinho e alegria por estar de volta a esse blog, que criei há uns anos atrás e tratei sempre com tanto cuidado.
É isso! Beijos...