quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ser feliz é uma escolha


Manhã de segunda-feira. Eu dentro de um avião assitindo o GNT enquanto revejo o meu cronograma de viagem e resoluções a serem tomadas. Tudo certo! O que fazer agora? Escrever. Aproveitar o tempo de alguma forma. O tema ia ser sobre a péssima infraestrutura de nosso aeroporto e dos serviços das companhias aéreas. Fato!

Mas, ouvindo a GNT, comecei a ouvir o programa da Fernanda Young. Irritante, irritável, irritadiça e outras variações do mesmo tema é tudo o que vejo nessa mulher. Sabe aquelas pessoas que acharam que a única forma de chamar a atenção das pessoas é sendo polêmica, questionadora e "do contra"? O programa dela tem quadros do tipo: Baladeiros Irritantes, Pergunta Nada a Ver , Tipinhos Irritantes, e por aí vai. Nesse último quadro, uma coisa me chamou a atenção: um dos tipinhos irritantes são as pessoas sempre felizes.

Essa semana, uma amiga muito querida e sempre feliz postou no Facebook que ela não tinha culpa por ser feliz, gostar de fazer o bem e que era uma pena isso incomodar tanto as pessoas. Não é que ela tem razão? Essa "teoria" acaba de ser confirmada no programa da Ferrnanda Young.

Tudo bem que eu não acredito que as pessoas são sempre felizes, afinal temos falhas, problemas, situações da vida que nos deixam tristes, doenças e tantas outras coisas. A vida oscila mesmo. Até aí está tudo normal. Porém continuo acreditando que a felicidade não é o fim, e sim o meio, o caminho. Ser feliz é uma escolha! Você pode escolher reclamar da vida, dos problemas, das frustrações... ou pode também não reclamar e se encher de doenças pela vida, ficar com todas as suas insatisfações transformadas em nódulos e dores.

A melhor forma, essa que tanto irrita as pessoas e causam inveja muita vezes, é escolher o caminho da felicidade. Procurar sorrir das coisas que incomodam, ver o lado bom das coisas e, se puder, até agradecer pelo sofrimento, porque tudo que nos ocorre tem um porquê de ser e, com toda certeza, é em prol de alguma melhoria pra você, mesmo que o cenário não mostre essa realidade naquele momento. Começar a aceitar a existência e mudanças das coisas, tal como a vida se apresenta.

É claro que, nesses entremeios, você tem o direito de estar triste, de chorar, de ter dias de recolhimento. Sim, recolhimento. Até porque as pessoas já têm problemas demais pra ainda terem que suportar os seus ou seus lamentos.Além do mais, seres imperfeitos que somos, a cada dia nossa alma se apresenta de uma forma diferente. Nesses dias, recolha-se e permita-se ser triste, irritado, mal humorado. Só não queira que as pessoas participem desse seu momento que é só seu. Não envolva as pessoas, principalmente as que você mais ama, no seu mundo escuro e sem graça.

Se for pra contagiar as pessoas, escolha sempre pela alegria de viver, do bom humor, do colorido que a vida nos apresenta todos os dias e que muitos fazem questão de não ver.

Não me canso de repetir: a vida é feita de escolhas. E se você quer um conselho… escolha ser sempre feliz. Sua saúde agradece a as pessoas que com você convive também.

Um comentário:

  1. É isso mesmo! Temos que escolher ser feliz todos os dias. E você, Taiza, é contagiante! Parabéns!

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